Ela tinha espinhos
Mas não era por querer mal
Era por ter medo do perigo.
A rosa esquecida, enclausurada por espinhos
Vivia amuada, pobre coitada.
Até que um dia um botão,
Cansado de dizer não,
Mostrou sua beleza, graciosa princesa.
E as pessoas encantadas queriam toca-la
Então cortaram seus espinhos,
E a rosa, coitada, ficou assustada,
Pois já não podia, fugir de mais nada.
E o vermelho de suas pétolas, agora murchavam
Jogada no lixo, a rosa encantada.
Olá!
ResponderExcluirVi seu blog na comunidade da Rita Apoena e gostei bastante! Seus textos são muito bons, você escreve bem! =]
bjos,
Kamila
Nossa! Adorei ler o estás escrevendo. Muito bom! Parabéns :)
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