Páginas

segunda-feira, 15 de março de 2010

Do repouso forçado

Só hoje descobri como olhar para o teto pode ser divertido.
-Veja só aquela aranha!

domingo, 14 de março de 2010

Bom, deixemos que eu me explique primeiramente.
É que eu tinha um texto, sim... Mas ele se perdeu por entre as páginas (São tantas!), se perdeu para algum dia.

É que a gente tem mania de despedidas, mas na poesia não existe o adeus, não existe! O que há é um ocasional desencontro. O poeta é aquele que persegue angustiadamente as palavras, mas com ares de quem está a andar distraído. Mas isto é um mero disfarce! Não é? Pois na imensa complexidade da coisa, o que o poeta mais quer é mostrar que sabe dizer que não se importa com a aquilo que de fato procura.

E lá se vão as palavras correndo novamente! Ah sim... Elas não podem ser controladas, mas nem eu as quero!
É, eu tinha um texto.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Mais uma vez em que eu pego o papel e a utopia do mundo cai em mim como se fosse uma rocha despencando por um grande desfiladeiro. Ah sim.. O mundo, este que chamamos de lar, este que chamamos de casa. Mas o que conhecemos do mundo? Não me pergunte.. não sei. E se soubesse também não diria, não por egoísmo ou achar que de nada tenho haver com isso, mas porque existe uma lei, uma lei invisível que nos impede de falar as coisas que são óbvias.